Como escolher um hotel bom e barato em Miami?

 

Para entender um pouco melhor sobre a mecânica da cidade, temos de dividi-la em duas. Miami e Miami Beach.

Miami Beach, como o próprio nome já diz é a região de litoral e é a parte mais badalada da cidade, ficando a cerca de 15Km da cidade de Miami, propriamente dita.

Como é a área mais visitada pelos turistas é fácil entender por que as coisas são mais caras aqui. É nessa região que ficam os bares e restaurantes mais visitados, bem como o bairro Art-Deco.

Assim, no momento em que você estiver avaliando qual hotel vai ficar, leve em consideração que as diárias em Miami Beach são bem mais caras do que em Miami.

Diga-se de passagem o preço das diárias em Miami e Miami Beach são muito maiores se comparadas com o mesmo padrão em Las Vegas 🙂

Para entender a diferença de preço entre a praia e a cidade, por $200 a diária, na praia você consegue um hotel 3 estrelas com avaliação 6,5. Já na cidade, pelo mesmo preço você consegue um hotel 4 estrelas com avaliação 8,5 (fabuloso). A lógica é mesma caso queira gastar menos. Além disso, Miami é uma cidade que só faz sentido para o turista se ele estiver de carro. Tudo fica relativamente longe. Os outlets ficam a 40Km da cidade. Então como você vai estar de carro, ficar na cidade por fazer muito sentido e dependendo de quantos dias você vai passar na cidade, pode significar uma grande diferença.

Passei uma noite, enquanto estava em trânsito de Miami para Nova York, em um hotel chamado Runaway Inn, que fica do lado aeroporto. Custou $70 a noite. É um hotel bem simples, mas que serviu para passar a noite com conforto, mas serve para mostrar que a opção de hotel barato existe, caso você queira economizar mais ou menos.

Então, como resumo, a grande dica de Miami é a localização e se você vai estar de carro ou não.

Caso eu tenha esquecido de algo, por favor deixe sua dica abaixo, sempre lembrando que o foco é viajar gastando menos 🙂

Abraços

Luciano

Como escolher um hotel bom e barato em Las Vegas?

 

A primeira premissa que ouvi foi: Você tem de ficar na Strip.

Para quem ainda não foi para Vegas, praticamente todos os hotéis, cassinos e shows ficam na mesma rua. A Las Vegas Blvd, também conhecida como The Strip (A faixa, em inglês).

Até concordo que você deve ficar na Strip se você estiver a pé. Mas como eu aluguei um carro (o que se mostrou muito acertado), você não precisa fica nesse local, principalmente por que a Strip é muito comprida e você não vai conseguir andar de um lado a outro da Strip, pois são praticamente 10Km de ponta a ponta.

E, neste momento, vamos falar sobre o maior golpe dos grandes hotéis de Las Vegas: A Taxa de Resort!

The Strip

Sim. Como tudo em Vegas, os hotéis são movidos a dinheiro. E muito. Basta olhar para a Strip e ver que todo aquele luxo impressionante
não vem de doações de caridade. Não. Elas são pagas às custas do jogadores e turistas e Vegas está longe de ser uma cidade justa. Muito da riqueza da cidade vem da trapaça e da enganação. Aceite isso e sua estadia na cidade vai ser mais tranquila 🙂

Você já deve ter ficado em um hotel que tem piscina, internet grátis, academia e jornal na recepção, correto? Você paga a mais por isso? Claro, mas já está embutido no preço da diária.

Então saiba que, em Las Vegas, os preços das diárias não incluem esses serviços. Eles são cobrados à parte, através de uma taxa chamada Resort Fee (Taxa de resort). O golpe é que você não tem a opção de não pagar essa taxa, que varia de $15 a $40.

Assim, quando você está procurando um quarto em Vegas e vê a diária a U$ 60, entre todas as opções listadas e você pensa: Nossa, que barato! Só que não, pois ela ainda vai ser acrescida da taxa de resort e, claro, das taxas oficiais. Ou seja, $60 vira automaticamente $100.

Veja o exemplo abaixo, quando fizemos a busca de um quarto para o Bellagio em Las Vegas. Na listagem geral dos hotéis disponíveis, ele aparece com o preço da diária a U$219, mas veja o que aparece quando pedimos para detalhar o quarto:

Assim, o quarto não custa $219 por dia e sim $219+$28+(12%) =  $276,64. Isso significa que, se você não notou essa taxa e ficou uma semana no hotel, você será cobrado $403,48 (ou quase mil reais) a mais do que esperava.

Como não pagar a taxa de resort nos hotéis de Las Vegas?

Resposta: Fique em um hotel fora da Strip! (A localização é sempre um fator definitivo para preços de diárias)

Sim! Existe vida fora da Strip e lá, em vários casos, não é cobrada taxa de resort.

Eu fiquei em um Hotel chamado America Extended Stay. Paguei $67,20 (Todas as taxas incluídas), por um quarto com cozinha, sala, quarto, closet e banheiro e duas TVs LCD. Tem piscina e jacuzzi e não cobra taxa de resort.

Tem café da manha no estilo Grab´n Go. Quer dizer: Na recepção você pega o café, bolinhos e se manda 🙂 Não tem mesas para tomar café. Além disso, não tem serviço de quarto se você ficar menos de uma semana, mas você pode solicitar toalhas limpas no momento em que desejar. Para mim foi perfeito! E muito Econômico.

Toda as manhãs pegava meu café, o carro e saía para a Strip. Escolhia uma região para conhecer. Colocava o carro nos Self Parkings (Estacionamentos grátis que praticamente todos os hotéis tem) e saía bater perna.

Quando enjoei da Strip, usei o carro para ir conhecer outros locais como a Hoover Dam, downtown, Gold & Silver Pawn Shop e, acabei fazendo um esticadão de carro até Los Angeles.

Então gente, acho que a grande sacada para economizar em estadia em Las Vegas é ficar fora da rua dos cassinos. Tem gente que nem cogitaria essa possibilidade, ou talvez eu tenha aprendido a usar Las Vegas errado 🙂

Por favor deixe seus comentários abaixo, sempre lembrando que o foco é viajar gastando menos 🙂

Abraços!

Luciano

 

Como escolher um hotel bom e barato em Nova York?

 

Dessa forma, é de se imaginar que, de frente para o Central Park, onde o o metro quadrado é um dos mais caros do mundo, as diárias sejam bastante salgadas.Da mesma forma, um apartamento hoje, na ilha de Manhattan, chega fácil na casa do milhão de dólares, os preços dos hotéis na ilha são bastante caras. Sim!!!! Se você não sabia, a Times Square, o WTC e a Broadway ficam um pedaço de terra cercado de água por todos os lados, que recebe o nome de Ilha de Manhattan.

De forma geral, a festa toda acontece nessa ilha mas, uma grande maioria das pessoas mora nas “regiões metropolitanas”, como o Queens, o Brooklin, etc.

Dessa forma, o pulo do gato para conseguir melhores diárias de hotéis, é ficar hospedado nessas cidades, onde os preços chegam a ser 80% menores.

Mas não fica longe?
Fica sim. Um pouco. No entanto, como as pessoas se deslocam diariamente dessas cidades para Manhattan, a rede de transporte e, principalmente o Metrô, é muito integrado. Dessa forma, sempre que for escolher um hotel, use como fator determinante, a estação de metro mais próxima. Isso vai te garantir se deslocar por Nova York com muita desenvoltura.

Quando fui para Nova York, fiquei em um hotel chamado Country Inn. Fica no Queens, a duas quadras da estação Queensboro Plaza. Escolhi o Queens por ficar próximo dos dois aeroportos. O La Guardia e o JFK. Aí você economiza no deslocamento para os aeroportos também.

Avaliações

Com a internet à disposição, as avaliações de hotéis deixadas pelos hóspedes anteriores são ouro puro na hora de escolher em que hotel ficar. No entanto, é importante que você leia as avaliações e não se deixe guiar apenas pela nota geral do hotel. Dois hotéis com nota 7 podem ser muito diferente entre eles. Um pode ser muito bom para você enquanto outro não. Então, leia as avaliações. Eu notei que, quando o hotel é bom, muitos visitantes tem o costume de falar mal do café da manhã. Eu simplesmente não dou a mínima se o café da manhã tem duas ou três opções de frutas, mas isso parece fazer muita diferença para algumas pessoas e isso é realmente importante em hotéis dos EUA, onde não é comum haver café da manhã farto. Dessa forma, vi em muitos hotéis notas baixas, porque os hospedes (principalmente brasileiros) davam notas baixas, por que o café da manhã era muito básico, mesmo a descrição do hotel deixando claro que essa refeição era básica.

Assim, procure entre os comentários, os que falam de pontos que são importantes para você em particular, com a questão da limpeza, taxas escondidas (vou falar bastante sobre isso no post de Las Vegas) e não se guie apenas pela nota geral.

Bom gente. Acho que sobre hotéis em Nova York é isso. Se esqueci de alguma coisa importante, por favor comente aí embaixo.

Abraços.

Viajem para os EUA – Passando pela imigração

 

O primeiro passo começa ainda dentro do avião, quando você recebe o formulário da imigração americana, o qual deve entregar preenchido e assinado. Traga uma caneta ou talvez leve sorte de vir no Kit conforto que a Tam entrega aos passageiros.

 Como preencher o formulário de imigração para os EUA:

1. No campo Family Name coloque seu Sobrenome;
    No Campo Fisrt(Given) preencha com seu primeiro nome;
    Middle. Caso tenha algum nome do meio, coloque aqui;

2. Birth date: Data de nascimento.
    Day: Dia, Month: Mês e Year: Ano do seu nascimento;

3. Number of Family Members traveling with: Quantas pessoas da sua família estão com você nessa viagem.

4. US Street Address: Endereço do Hotel ou casa de amigos/parentes onde você vai ficar.
    City: Cidade do endereço – State: Estado do endereço informado.

5. Passaport issued by (country): O nome do país que emitiu seu passaporte.

6. Passaport number: O número do seu passaporte. (Ex. FA12345);

7. Country of residence: País em que você reside atualmente.

8. Countries visited on this trip…: Se você está vindo de outros países antes de ir para os EUA, informe aqui por quais países já passou.

9. Airline/Fligh No.: A Cia aérea e o voo que está trazendo você nesta viagem. Você encontra essa informações no cartão de embarque.

10. The primary purpose of your trip: Responda “Yes” se estiver vindo à trabalho ou “No” se estiver vindo a passeio.

11 – 14. Uma série de perguntas se você está trazendo itens proibidos para os EUA, ou  se está trazendo mais de 10 mil dólares em dinheiro. Se não for seu caso, responda “NO” para todas.

15. Residents: Apenas para moradores dos EUA
     Visitors: Se for deixar produtos de qualquer natureza nos EUA, eles querem saber qual o valor total deles.

Agora, basta assinar o o formulário e entregar ao agende de segurança na imigração.

 

Descendo do avião e entrando nos EUA

Ok. A porta do avião está aberta, você já preencheu o formulário de imigração e pegou seus pertences de mão. Agora é só seguir o fluxo. Não tem como errar! Você vai sair do avião e caminhar até a fila dos guichês da imigração americana.

A primeira sensação é de espanto. Que fila enorme! Você é brasileiro. Está escolado em filas e calcula mentalmente que vai levar cerca de uma semana para sair daquela fila. Mas a coisa não é assim. Demora um pouco. Eu fiquei cerca de 30 minutos na fila mas, pelo tamanho dela, foi bastante rápido. Inclusive, durante a viagem, pude notar que eles são muito competentes para fazer uma fila andar…

Quando eu estava lá, tinha um agente da TSA com uma camisa estilo jamaicana, fazendo a fila andar. Rapidinho você está cara a cara com o agente da imigração.

Se você está com a família, vocês podem passar juntos. Se forem amigos ou namorados, cada um vai ter de ser entrevistado separadamente. Não tem “jeitinho”. Se tentar, eles mandam um voltar para a fila e aguardar.

Aí você fica frente a frente com o cara que diz se você pode entrar ou não 🙂

Fique tranquilo. Se você tem um visto, você só não entra se houver algo muito errado. De forma geral os brasileiros tem sido muito bem vindos pelo Tio Sam. Ao chegar ao balcão, entregue seu passaporte e o formulário que você preencheu.

Primeiro o agente vai levantar o passaporte e ficar olhando para você e para o passaporte, para ver se aquela foto é sua. Fique tranquilo. Todos eles fazem isso. Depois, ele vai te fazer algumas perguntas, como:

– Where are you going? – Onde você vai.
– What is the purpose of your trip? – O que vc vai fazer nos EUA?
– How long will you stay? – Quanto tempo pretende ficar?

Não se preocupe. Se não entender, arrisque um portunhol, eles estão acostumados com isso. Diferente do que acontece no Brasil, eles colocam pessoas que falam outros idiomas para tender turistas internacionais 🙂

Tudo estando nos conformes, você ganha seu formulário de imigração de volta, pois vai precisar dele mais a frente, uma carimbada no passaporte, um “Have a nice day!” e segue para pegar sua mala.

Sua mala já vai estar na esteira (ou fora dela, para não ficar girando na esteira, enquanto você está na fila de imigração) e passa pelo último ponto de controle. Ali você vai entregar definitivamente o formulário de imigração e, Bem vindo aos Estados Unidos da América. Você está livre para ir onde quiser.

Nessa viagem, cheguei duas vezes em Miami. Uma, apenas de passagem, pois iria passar a noite e cedo iria para Nova York e quando voltei de Las Vegas, aí sim para passar 3 dias na cidade.

Continua em: Viajem para os EUA – Miami

 

 

 

Viajem para os EUA – Trecho Guarulhos -> Miami

 

O esquema é o seguinte: Desembarque e procure alguém para perguntar. Se não achar ninguém, o esquema é o seguinte. Você acabou de desembarcar, certo? Então você está no desembarque. Saia da área de desembarque, para o saguão do aeroporto e veja as placas que levam para o embarque. Fica no piso superior, então pegue a escada rolante e procure a parede de ladrilhos verdes, com a placa “Embarque Internacional”. Olhe na foto. Dá até pra ver um pedaço do ladrilho verde no fim da seta 🙂

Se o raio-X em Curitiba foi moleza. Aqui a coisa é mais “embaixo”. A segurança aqui, como se trata de uma área internacional, já é muito mais apertada.

Talvez você seja convidado a tirar o sapato e o cinto.

Tire o notebook da mochila e coloque na caixa plástica.

Passe pelo raio-x e se o segurança precisar e qualquer verificação extra ele vai te avisar.

Leia esse post aqui sobre como passar pela segurança do aeroporto como um profissional 🙂

Assim que você passar pelo raio-x procure IMEDIATAMENTE seu portão de embarque. Não sei por que mas, o número do portão nunca aparece no bilhete de embarque. Então encontre uma das TVs que mostram a programação de embarque e localize o número do seu voo (não olhe apenas o destino, pois pode ter mais de um voo para aquele destino em horários diferentes). Localize o seu portão (GATE) e se dirija para lá. Caso tenha alguma dúvida localize um funcionário da sua empresa aérea e pergunte. Rápido.

Quando identificar e conseguir chegar até seu portão de embarque, fique de olho nas TVs de programação, pois é muito comum (aconteceu comigo) de o voo mudar de portão e ninguém falar nada. Também estranhe se não tiver ninguém no portão próximo ao horário de embarque.

Se for umas das suas primeiras viagens, note que seu bilhete terá dois horários. Um de decolagem e outro de embarque. Se baseie sempre pelo horário de embarque, pois o horário de voo representa a hora em que a aeronave decola, e o acesso a aeronave normalmente se encerra 20 minutos antes da hora da decolagem.

Por incrível que pareça, tudo estava religiosamente no horário e no horário marcado, a chamada para o embarque e os últimos momentos dos pés na pátria Tupiniquim.

No avião, apenas um pequeno contratempo com um casal que estava no meu lugar por engano mas, como fizeram questão de ir para o assento deles (por mim ficava com o assento deles mesmo), tudo se resolveu rapidamente.

Assim que o avião decolou, tive aquele sentimento que, daqui pra frente era eu comigo mesmo, sozinho, em um país que eu não conhecia 🙂

 

Continua: Miami – Passando pela imigração

 

 
Minha carona para os EUA

 

 

Viajem para os EUA – Trecho Curitiba->Guarulhos

 

Depois de um ano de planejamento, comparações de preços, planejamento financeiro, renovações de passaportes,o processo do visto americano e muito empenho, uma noite me separava do tão esperado embarque.

A confirmação dos horários de embarque que fiz dois dias antes se mostraram muito importantes, pois o horário do voo foi alterado há poucos dias do embarque para 4 horas antes. Ou seja: Se não tivesse me informado da atualização, chegaria no aeroporto horas depois do voo ter partido.

Acho que neste trecho a informação importante diz respeito ao horário de chegada no aeroporto. Para voos internacionais, chegue com pelo menos 3 horas de antecedência. É muito? Normalmente sim, mas minha cidade estava em obras para a copa na época da viagem e somando isso ao fato de ter de chamar um taxi às 4 da manhã, colocam uma boa gordura. Seria uma tragédia planejar uma viagem durante todo esse tempo e perder o voo por alguns minutos.

Como minha viagem tinha vários aeroportos e várias esperas por voos, resolvi comprar no aeroporto mesmo um livro, o que se mostrou uma decisão muito acertada. Li praticamente todo o livro “Inferno” do Dan Brow, durante a viagem.

Como comentei no post principal, para economizar os voos dentro dos EUA, estava levando apenas a bolsa do Notebook e uma mala de bordo, pois você paga $25 por mala despachada nas companhias dos EUA.

Para voos internacionais não tem dessa de check-in pela internet. Tem de ir no balcão mostrar o passaporte para a atendente. Ela olhou para minha mala de mão e disse para colocar na balança. Eu argumentei que iria levar na cabine mas ela foi irredutível quanto a pesar.
Coloquei na balança e ela:

– Tem mais de 5KG. Vai ter de despachar.

– Mais moça. Normalmente são 10Kg para mala de bordo!

Mas não teve conversa! A contra gosto tive de despachar a mala, o que me gerou duas preocupações:

+ Se extraviarem minha mala, será um problemão, pois além de ficar sem uma cueca sequer, no outro dia bem cedo iria para Nova York e lá estava -9º!!;
+ Será que eu li alguma coisa errada e o limite é e 5Kg pra todos os voos? (Não… não havia lido errado, como vc vai ver mais tarde 🙂

A vantagem é que você despacha a mala aqui e só pega ela lá em Miami. Não ia precisar carregar a mala para cima e para baixo nem aqui nem em Guarulhos. Ah! E claro. Se você só fizer escala em Miami, terá de pegar a Mala em Miami e depois despachar para o seu destino interno. Questão de segurança internacional.

Depois desse pequeno imprevisto, a passagem pelo raio-X e a sala de embarque.

A sala de embarque é aquela padrão dos aeroportos brasileiros. Desorganizada, lotada em com uma lanchonete de preço super faturado. Qual é? 7,50 por uma coxinha? 🙂

Algumas páginas do Livro depois, chamaram para o embarque. Enquanto caminhava pelo “finger”, dei a última olhada pela janela para minha cidade, pelo próximos 10 dias.

Ignorei o frio na barriga e fui em frente 🙂

Próximo: Clique aqui para o próximo trecho. Guarulhos->Miami


O Finger do aeroporto de Curitiba tem o formato das “estações tubo” da cidade

Como encontrar hotéis baratos nos EUA

 

Assim, resolvi escrever aqui como eu fiz para tentar encontrar os hotéis baratos nos EUA.

No entanto, note que a questão do “barato” é muito relativo. Se você tem dois hotéis, onde um deles custa $100 a diária e te dá conforto, ambiente limpo e equipe simpática e outro, que custa $50 a diária, mas é sujo, inseguro e mal localizado, o segundo acaba sendo mais caro do que o primeiro.

Assim, por favor leve em consideração que quando escrevo esse post, eu levo em consideração AS MINHAS prioridades, e isso vai variar de viajante para viajante, de quem te acompanha (se viaja com família ou sozinho) e do tipo da viagem.

Minhas premissas são de que o quarto de hotel não é muito importante durante viagem de férias, pois a ideia de é justamente ficar o mínimo possível no quarto.

Em contrapartida, não abro mão de limpeza. Quarto sujo ninguém merece.

Isso posto e contratado, como disse, sempre que vou viajar, eu sou meu agente de viagens. Com o advento da internet e de sites como o Booking.com o serviço ficou muito mais simplificado.

 

Sobre os sites de reserva de hotéis

Uma coisa que sempre me chamou a atenção nesses sites é que eles conseguem, muitas vezes, oferecer preços menores do que se você ligar direto para hotel. Não fazia muito sentido, até que tive a chance de conversar com um amigo, gerente de uma grande rede de hotéis aqui de Curitiba e ele me explicou que empresas como o booking.com “compram” pacotes de reserva de quartos do hotel (digamos 20% da ocupação do hotel) e pagam adiantado, recebendo um bom desconto. Isso é um baita negócio para o hotel e o booking.com pode revender essas reservas pelo preço que quiserem. Todo o risco fica com o booking.com, se eles não venderem, o prejuízo é deles e não do hotel. Dessa forma, todo mundo ganha, pois o booking.com acaba oferecendo as diárias por um valor menor que do “balcão”.

Assim, os sites de pesquisa de preço de hotéis é um ótimo lugar para começar. E se você tem dúvida se funciona, a resposta é um categórico SIM. Já fiz muitas reservas pelo booking.com e nunca tive grandes problemas e, os pequenos problemas que tive, consegui identificar a razão para não cometer os mesmo erros.

Os enganos ao reservar hotéis com o booking.com se resumem, no meu caso a dois:
– Esquecer de levar o papel da reserva impresso: Isso causa uma baita confusão na hora do recepcionista do hotel achar sua reserva. Então sempre apresente a reserva quando chegar no hotel.
– Reservar um quarto família, quando viaja com uma criança menor de 6 anos: Quando você busca um quarto para casal+criança menor de 6 anos, o sistema do booking.com automaticamente te reserva um quarto para duas pessoas, contando que a criança vá dormir na mesma cama dos pais. Ja mé aconteceu várias vezes de chegar no hotel e eles nem saberem que tinha uma criança junto. Então, se você quer cama separada para sua filha, reserve para 3 pessoas. Ou ligue para o hotel deixando claro que você vai precisar de uma cama extra. Muitas vezes nem cobram extra, mas eles podem te cobrar por essa cama extra, então já fique avisado.

Como escolher hotéis bons e baratos?

Penso que duas palavras definem bem como encontrar os melhores hotéis pelo menores preços:

Localização e avaliações.

Se você já está com a vida ganha, tem grana sobrando e sempre quer ficar nos hotéis mais famosos e bem localizados, não importando o preço, lamento mas este post não é para você 🙂

Agora, se o seu esquema é arrumar um hotel bom, com um preço justo, mesmo que isso signifique abrir mão de localização, da marca do hotel, etc, posso te dizer que a localização é um dos itens que mais encarecem o preço da diária.

Não vou nem entrar na questão das datas, pois você deve saber que me feriados prolongados e datas comemorativas (reveillon, natal, etc) os preços vão para as nuvens.

Vamos falar sobre 3 locais nos EUA onde pude notar bem essa questão da localização.

Como escolher um hotel bom e barato em Nova York?

– Como escolher um hotel bom e barato em Las Vegas?

– Como escolher um hotel bom e barato em Miami?


 

 

 

Como alugar um carro barato nos EUA.

Se você está vindo de outra página, talvez queira ler o post sobre Como viajar para os EUA pagando menos, que foi a raiz de todos esses post sobre viagem para os EUA.

Bom gente.

Talvez você não saiba, mas não é novidade que o EUA é um país feito para se andar de carro. Isso pode ser visto no preço de um carro, no custo da gasolina e na infraestrutura das rodovias e estradas.

Dessa forma, em muitas cidades que você for visitar, ter um carro pode ser a diferença entre uma estadia de sucesso ou uma completa furada.

Na última viagem, estive em Miami, Las Vegas, Los Angeles e Nova York e, de todas essas, a única cidade na qual não recomendaria o carro alugado seria mesmo em Nova York, onde o Metrô me atendeu completamente.

Então, a partir do momento em que vc decide que vai fazer uso desse recurso, se você nunca alugou um carro, várias dúvidas vão surgir e, a ideia e esclarecer algumas delas aqui:

Como comprar passagens mais baratas dentro do EUA

 

Acho que o grande truque aqui é não depender dos sites brasileiros para fazer a reserva das passagens. E isso, por um simples motivo: Eles cobram uma taxa pelo serviço, que no meu caso, quando estava fazendo pesquisas, chegou a R$200.

Assim, a saída é você comprar direto dentro dos sites americanos. Uma tática que eu gosto de usar é pesquisar nos sites brasileiros, ver em qual companhia aérea eles conseguiram o menor preço e ir direto no site da empresa americana. A maioria delas oferece páginas em português e mostram os valores em BRL (Reais).

Olha a comparação entre dois vôos de Miami para Nova York, na mesma data. Os dois pela United Airlines. O primeiro, cotado pela SubmarinoViagens, coloca R$200 de encargos e carrega um pouco na taxa de embarque. E olha que eu nem pesquisei direito. Só peguei o primeiro resultado que apareceu!!!

 

 

Só nessa pesquisa, a diferença é de R$ 159,11 no mesmo serviço e acredito que dá para fazer essa diferença ser de quase R$200 se você utilizar serviços como o priceline.com, mas como o priceline em inglês, compreendo que isso pode assustar aqueles que não dominam muito o idioma. De qualquer forma, no Priceline ele arrumou passagem pela US Airways por U$139,50 (ou R$320,85 + 6,38% de iof=R$341). A economia já está em R$180. Como comentei, esses foram resultados de uma pesquisa bem rápida, sem se aprofundar em detalhes de datas e promoções, o que pode fazer uma grande diferença. É só o básico, mas muita gente não faz esse básico.

Bom gente. É isso. Espero que o texto seja de utilidade.

Se você tiver alguma dica sobre como comprar passagens aéreas nos EUA pagando menos, por favor deixe suas dicas abaixo!

Abraços

Luciano